O Galo da Madrugada, na interpretação de João Andrade, ganha forma em madeira compensada como síntese da maior manifestação carnavalesca de Recife. Com 28 cm de altura, a escultura traduz, em escala íntima, a exuberância e o ritmo do frevo que arrasta multidões. A obra condensa a força do imaginário popular, preservando a memória e a alegria vibrante que definem essa tradição.